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"Um dia, a Terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os
peixes aparecerão mortos na correnteza dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão
o seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar ao homem branco a reverência pela sagrada terra.
Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris para terminar com a destruição.
Será o tempo dos Guerreiros do Arco-Íris."
Profecia feita há mais de 200 anos por "Olhos de Fogo", uma velha índia Cree.
Esta profecia embalou as longas noites dos fundadores do Greenpeace que navegavam para as Ilhas Aleutas,
no Alasca, em 1971, na tentativa de impedir um teste nuclear dos Estados Unidos. Ela não só iria dar nome
ao primeiro navio da organização, o Rainbow Warrior, como acabou por batizar os ativistas do Greenpeace -
conhecidos em todo o mundo como "Os Guerreiros do Arco-Íris".
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O Greenpeace
no Mundo

Fundado em 1971 no Canadá, o Greenpeace cresceu rapidamente.
Em 1979, sete países já tinham escritórios
Greenpeace - e foi necessário criar uma instância
internacional de decisão e supervisão. Nascia
o Greenpeace Internacional (GPI), sediado em Amsterdã.
O papel do Greenpeace Internacional é o de iniciar
e coordenar atividades de campanhas e programas. O GPI é
financiado por escritórios nacionais que, por sua vez,
são financiados por doações individuais
de seus colaboradores. São 2,8 milhões
de colaboradores em todo o mundo e escritórios em
41 países.
Os escritórios nacionais auto-suficientes repassam
18% de sua receita bruta para o Greenpeace Internacional.
O Greenpeace Internacional apóia financeiramente os
escritórios menores que não têm condições
de arcar com suas despesas operacionais. Supervisiona, também,
as campanhas internacionais do Greenpeace, coordena a frota
de barcos de campanha e assegura o desenvolvimento internacionalmente
consistente da política e dos objetivos dos escritórios
nacionais.
Todos os escritórios nacionais participam da reunião
anual do Conselho. O Conselho faz recomendações
sobre direção geral e política da organização,
define o teto orçamentário anual e elege o Board
Internacional, que se reporta ao Conselho. O Board elege um
Chair (presidente) e aponta o Diretor Executivo (DE), responsável
pelo gerenciamento diário do Greenpeace Internacional.
O Diretor Executivo é assessorado por um time de diretores
de programas e se reporta ao Board. O Board é responsável
pela fiscalização do orçamento e aprovação
das contas da organização. Cabe a ele assegurar
a implementação das decisões do Conselho
e aprovar a estratégia política de longo prazo.
Veja
aqui a presença global do Greenpeace
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