O Greenpeace apresentou na última
segunda-feira (21/06), na Escola Superior de Guerra,
no Rio de Janeiro (RJ), dados sobre a venda ilegal
de áreas públicas da Amazônia realizada para estrangeiros,
pela internet.
Paulo Adário, coordenador da Campanha da Amazônia
do Greenpeace, mostrou todas as investigações que
realizamos recentemente sobre exploração ilegal
de madeira, grilagem de terras e venda ilegal de
propriedades realizada pela internet, inclusive
a estrangeiros, em sites como Timberlands (www.resourcesbrazil.com)
e Imóveis Virtuais (www.imoveisvirtuais.com.br).
O preço do hectare para a aquisição da terra é de
cerca de US$ 60 e os sites oferecem excursões para
estrangeiros interessados. No site da Timberlands,
a propaganda oferece os lotes "sem guerra, sem furacões,
sem terremotos, sem enchentes e sem mosquitos!"
Empresas assumem compromisso de adotar uso de
geladeiras ecológicas
Uma vitória importante na guerra contra as mudanças
climáticas: Unilever, Coca-Cola e McDonald's se
comprometeram esta semana a eliminar gradualmente
a utilização de equipamentos que contêm hidrofluorcarbonetos
(HFCs) no seu mecanismo de refrigeração. Os HFCs
são gases que contribuem para o efeito estufa.
O Greenpeace e o Programa das Nações Unidas para
o Meio Ambiente (Pnuma) apóiam a iniciativa
das três empresas. Este comprometimento é
resultado da campanha iniciada pelo Greenpeace durante
os Jogos Olímpicos de 2000, em Sydney, quando a
organização exigiu que os líderes de mercado em
diversos setores se comprometessem com um futuro
livre de HFC.
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