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Bunge: não quero transgênicos no meu prato!
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Você já se perguntou se o óleo de soja que utiliza todos os dias para cozinhar é transgênico? Ou se a margarina que você come no café da manhã foi fabricada a partir de soja transgênica?
A Bunge é hoje líder na comercialização de grãos como a soja, o milho e o trigo. Líder de exportação no agronegócio brasileiro, esta empresa holandesa é dona das marcas Soya, Delícia, Mila, Primor, All Day e Sol, dentre muitas outras.
Em alguns países da Europa, possui uma política clara de não utilização de transgênicos, realizando todo o controle de sua produção, desde a matéria-prima até o produto final. Esse controle também é válido para alimentação animal, isto é, para as rações que irão alimentar porcos, frangos, etc.
No Brasil, porém, a Bunge ainda não garantiu um controle completo de transgênicos nos produtos que irão para os supermercados brasileiros. Isto demonstra um total desrespeito pelo consumidor brasileiro, que pode ser considerado um cliente de segunda classe, até mesmo se compararmos com os animais europeus alimentados pela empresa.
Faça sua parte: exija que a Bunge adote um controle rígido de sua matéria-prima e deixe de utilizar transgênicos na fabricação de seus produtos.
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Sr. Vilmar de Oliveira Schürman, Diretor Presidente
Sr. Adalgiso Telles, Diretor de Comunicação Corporativa
Sr. Carlo Lovatelli
Prezados Senhores,
Como consumidor responsável, considero um desrespeito a política de duplo padrão adotada pela Bungue no que diz respeito aos transgênicos. Considero inaceitável que meu direito a alimentos saudáveis e que não causem danos ao meio
ambiente não seja respeitado. Também acredito ser inaceitável que sua empresa nem sequer me dê o direito a escolher, uma vez que não informa se seus produtos são ou não fabricados a partir de transgênicos.
Por isso, exijo que o controle feito para alimentos no Brasil siga rígidos controles, a fim de evitar a contaminação por transgênicos em todos os seus produtos, inclusive naqueles em que não é possível detectar o DNA transgênico. Ou então que, no mínimo, seja respeitado o meu direito de saber o que estou comendo, rotulando todos os produtos fabricados com matéria-prima transgênica, conforme determina a lei brasileira.
Atenciosamente,
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