A energia nuclear é gerada a partir de átomos, que são a
menor partícula que caracteriza um elemento químico. Os
núcleos dos átomos são em geral estáveis, mas em
alguns elementos, como urânio e tório, são instáveis. Essa instabilidade facilita o despreendimento das partículas,
liberando energia - também conhecida como radiação. O fenômeno dessa emissão é chamado radioatividade.
Os cientistas descobriram uma forma de acelerar a
liberação de grandes quantidades dessa energia
artificialmente - a fissão nuclear -, dividindo núcleos de átomos em cadeia. A partir daí, desenvolveu-se a
tecnologia nuclear, possibilitando a construção de usinas e
também das bombas atômicas.
Atualmente, cientistas trabalham para tentar a fusão nuclear, que seria em
tese menos perigosa do que a fissão. Na fusão nuclear, os núcleos de vários átomos de hidrogênio se fundem e a liberação de energia é feita sem
radiação. Com isso, teoricamente, seria possível ter usinas nucleares que não
produzissem rejeitos radioativos de longa vida. Porém, após anos de
pesquisa ao custo de bilhões de dólares, ainda não há indícios de que a
fusão seja uma tecnologia viável. |
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