Ativistas do Greenpeace em protesto pacífico

A hora de agir é agora!

Chega de pagar o preço da
crise climática!

Falar de crise climática hoje é muito mais do que falar sobre as consequências de um planeta mais quente, o que é um fato (e um fato grave), mas é falar também sobre a realidade de milhares de pessoas que, além de perder noites de sono diante da ameaça do desabamento da própria casa esperando a próxima tempestade, precisam pegar um ônibus lotado em tempos de pandemia para garantir o sustento da família.

Por que algumas comunidades sempre acabam pagando um preço mais alto do que outras, mesmo já enfrentando uma série de condições de vulnerabilidade pré-existentes? Está na hora desta discussão abordar os impactos da crise do clima e da pandemia na vida de quem já sofre com insegurança alimentar, falta de infraestrutura e saneamento básico, que historicamente tem tido seus direitos violados, caso das comunidades tradicionais, negras, pobres e periféricas, das mulheres e meninas. Precisamos falar em Justiça Climática!

Em 2021, o Brasil atravessa uma das maiores crises econômicas, sanitárias, sociais e ambientais. Como se não bastasse, testemunhamos os duros golpes dos eventos extremos, cada vez mais intensos e frequentes, como as cheias no Norte - com o Rio Negro batendo a cota máxima histórica, e a seca no Centro-Sul do país - que registrou o menor índice de chuvas em 91 anos. A ciência já alerta há tempos sobre o aumento desses eventos como consequência das mudanças climáticas que sim, já são uma realidade, e castigam principalmente  as populações de mais baixa renda, já vulneráveis por condições precárias de moradia e de acesso a direitos fundamentais.

Enquanto isso, o governo federal segue se alimentando do 'negacionismo', do descaso diante das mortes e de inverdades criadas para a defesa de um modelo econômico contrário à conservação da natureza e à ciência. Não há agenda para o combate da emergência do clima, da pandemia e da desigualdade no país.

No entanto, já existem soluções para a crise climática e que podem ajudar tanto na crise econômica e social brasileira, como para uma mudança de mentalidade. Precisamos apenas ligar os pontos, contar com quem já está atuando junto a quem é mais impactado para agirmos juntos; com ações que façam sentido na transformação do modo como a humanidade funciona. 

Assine a petição para:

    1. Juntar-se ao movimento de pessoas que reconhecem a urgência da crise climática.
    2. Dar destaque à crise climática frente à luta ambiental.
    3. Dar voz às pessoas mais afetadas pela crise climática.
    4. Manter-se informado para, juntos, nos mobilizarmos constantemente pela causa.
    5. Manter-se informado para, juntos, pressionarmos as autoridades.