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Conheça nossas vitórias

Conheça algumas de nossas vitórias

  • 1974 – França põe fim a testes nucleares no Pacífico Sul

    Entre as décadas de 60 e 70, a França elegeu o Pacífico Sul como local para promover testes nucleares sem levar em consideração a devastação ambiental no local. A bordo da embarcação Greenpeace III, ativistas do Greenpeace navegaram rumo ao Pacífico Sul, fazendo com que os testes fossem suspensos. O fato rendeu um processo na justiça contra o governo francês e chamou a atenção do mundo para o programa nuclear. Em 1974 a França anunciou o fim dos testes.

  • 1982 – Acordo acaba com legalidade da comercialização de baleias

    Nos anos 70, devido à pesca baleeira agressiva, a população de baleia azul diminuiu drasticamente para menos de seis mil em todo o mundo. O fato chamou a atenção do Greenpeace e em 1973 as embarcações do Greenpeace iniciaram investidas contra barcos baleeiros. Cenas de baleias mortas chocaram o mundo. Após 10 anos de campanha, O Greenpeace conquistou a vitória: em 1982, a Comissão Baleeira Internacional anuncia a Moratória de Caça às Baleias.

  • 1995 – O oceano não é um lixo a céu aberto

    Na década de 90, a Shell decidiu que a uma plataforma de 14 mil toneladas instalada no Mar do Norte não tinha mais serventia e pediu ao governo britânico autorização para despejar a instalação inteira no Oceano Atlântico. Voluntários do Greenpeace invadiram a plataforma em protesto. O abuso da petroleira motivou inúmeros protestos por toda a Europa. Sem saída, a então maior companhia de petróleo do mundo recuou e aceitou desmontar a plataforma e reciclá-la em terra.

  • 1999 – Madeireiras asiáticas desistem de desmatar

    De olho nas riquezas naturais do Brasil, várias madeireiras estrangeiras se instalaram no Brasil em 1996. A crescente exploração ilegal dessas companhias fez com que o Greenpeace produzisse um relatório chamado "À Margem da Lei", que denunciava crimes de exploração madeireira, fraude fiscal e exportação ilegal. Assustadas com a repercussão da denúncia, as companhias reduziram seus investimentos no Brasil e pouco tempo depois removeram suas operações do país.

  • 2003 – O fim da exploração de mogno

    Foram quatro anos de ações do Greenpeace contra a exploração indiscriminada de mogno, espécie ameaçada de extinção e uma das madeiras mais nobres da Amazônia. O governo brasileiro, por meio de decreto, determinou que a exploração de mogno só poderá ser feita por meio de Planos de Manejo Florestal Sustentável que sejam adequados às exigências da Cites (a Convenção da ONU que regulamenta o comércio internacional de espécies ameaçadas de extinção).

  • 2004 - Criação da unidade de conservação de Porto de Móz

    Violência contra trabalhadores rurais e exploração ilegal de madeira fez com que o Greenpeace liderasse mais uma campanha na floresta amazônica: a criação da reserva extrativista Verde para Sempre, no Pará. Foram quatro anos de ações até que o governo brasileiro anunciou em 2004 a oficialização da reserva. Esta medida garantiu a preservação de 2 milhões de hectares de floresta tropical e o sustento de mais de 22 mil pessoas que vivem do extrativismo na região.

  • 2006 – Não à soja produzida em área desmatada

    Após longa negociação, o Greenpeace e outras ONGs ambientalistas conseguiram uma importante vitória para a preservação da floresta brasileira. Em julho de 2006 as principais traders em atividade no Brasil assinaram a Moratória da Soja, que estabelece o compromisso dessas corporações a não mais comprarem soja produzida em áreas recém desmatadas. Esta moratória é considerada internacionalmente como uma das mais importantes vitórias do Greenpeace no mundo.

  • 2009 – Compromisso Público da Pecuária

    Como evitar o desmatamento proporcionado pelo avanço da pecuária? Em 2009, a saída do Greenpeace foi pressionar frigoríficos e redes de supermercados a parar de comercializar carne que tivesse sua produção relacionada a critérios como trabalho escravo, invasão de terras indígenas ou desmatamento. No relatório "Farra do Boi na Amazônia", o Greenpeace fez as denúncias eauxiliou na redução do desmatamento associado à pecuária na Amazônia.

  • 2010 – Menos KitKat, mais floresta

    Em uma longa investigação, o Greenpeace descobriu que o óleo de palma utilizado pela Nestlé para fazer o KitKat, era fornecido pela Sinar, um conglomerado conhecido por destruir as florestas tropicais da Indonésia. O apoio de centenas de milhares de pessoas de vários países fez toda a diferença. Com tanta pressão, não restou outra alternativa à Nestlé a não ser concordar em não mais comprar óleo de palma de fontes que destroem as florestas tropicais da Indonésia.

  • 2016 – Não ao carvão mineral, rumo a 100% de energias renováveis

    O carvão gera quase um terço das emissões de gases que causam as mudanças climáticas, é caro, altamente poluente e leva a mais de 800 mil mortes prematuras por ano no mundo todo. Após a forte mobilização de 50 mil brasileiros e o apoio de mais de mil ONGs de todo o mundo, o governo brasileiro vetou a Medida Provisória 735, que ofereceria o incentivo de $5 bilhões em novos subsídios à geração de energia com carvão mineral.

  • 2017 – Temer revoga decreto que extingue Renca

    O presidente Michel Temer quis abrir a Reserva Nacional de Cobre e Associados (uma reserva de 4,7 milhões de hectares entre o Pará e o Amapá) para a exploração de mineradoras. O Greenpeace, juntamente com inúmeros artistas, organizações, lideranças indígenas e da população em geral, conseguiu fazer com que o governo voltasse atrás e revogasse o decreto, evitando que uma área da Amazônia do tamanho da Dinamarca fosse degradada para exploração indevida.

  • 2025 - Conquista em aberto

    Esta conquista ainda está em aberto. Para garantir o nosso futuro e o das próximas gerações, o Greenpeace depende da doação de pessoas como você para continuar lutando pela preservação do meio ambiente de maneira atuante e independente, pressionando governos e empresas que não cumprem suas obrigações com o planeta. Junte-se a nós ainda hoje para transformar a esperança em realidade.

  • 2030 - Conquista em aberto

    Esta conquista ainda está em aberto. Para garantir o nosso futuro e o das próximas gerações, o Greenpeace depende da doação de pessoas como você para continuar lutando pela preservação do meio ambiente de maneira atuante e independente, pressionando governos e empresas que não cumprem suas obrigações com o planeta. Junte-se a nós ainda hoje para transformar a esperança em realidade.

  • 2035 - Conquista em aberto

    Esta conquista ainda está em aberto. Para garantir o nosso futuro e o das próximas gerações, o Greenpeace depende da doação de pessoas como você para continuar lutando pela preservação do meio ambiente de maneira atuante e independente, pressionando governos e empresas que não cumprem suas obrigações com o planeta. Junte-se a nós ainda hoje para transformar a esperança em realidade.

  • 2040 - Conquista em aberto

    Esta conquista ainda está em aberto. Para garantir o nosso futuro e o das próximas gerações, o Greenpeace depende da doação de pessoas como você para continuar lutando pela preservação do meio ambiente de maneira atuante e independente, pressionando governos e empresas que não cumprem suas obrigações com o planeta. Junte-se a nós ainda hoje para transformar a esperança em realidade.

  • 2045 - Conquista em aberto

    Esta conquista ainda está em aberto. Para garantir o nosso futuro e o das próximas gerações, o Greenpeace depende da doação de pessoas como você para continuar lutando pela preservação do meio ambiente de maneira atuante e independente, pressionando governos e empresas que não cumprem suas obrigações com o planeta. Junte-se a nós ainda hoje para transformar a esperança em realidade.

  • 2050 - Conquista em aberto

    Esta conquista ainda está em aberto. Para garantir o nosso futuro e o das próximas gerações, o Greenpeace depende da doação de pessoas como você para continuar lutando pela preservação do meio ambiente de maneira atuante e independente, pressionando governos e empresas que não cumprem suas obrigações com o planeta. Junte-se a nós ainda hoje para transformar a esperança em realidade.